Friday, May 12, 2006

Exercício - Análise de site

Por
Cristina Moreira
Eliane Silva
Patrícia Medina
Renata Nascimento

Site analisado:
IBGE http://www.ibge.gov.br

- Muito conteúdo, muitas informações
- Navegabilidade péssima
- Muitas páginas
- O mapa do site não ajuda
- O busca não é eficiente
- Muito poluido
- Menu com siglas de difícil compreensão
- Tem o conteúdo necessário, mas é difícil encontrar as informações
- Site técnico
- O site não segue um padrão de formatação de páginas
- As páginas são mais bonitas e bem estruturadas do que a home page

Friday, May 05, 2006

Pauta para Elaspod

Mercado de Comunicação

Cristina Moreira
Edenilson Souza
Eliane Silva
Renata Nascimento

Como tem evoluido o mercado de comunicação no Brasil?

Na era da Internet, onde as notícias são instântaneas, como as empresas jornalísticas estão
conseguindo sobreviver neste mercado tão competitivo?

Qual o diferencial que essas empresas estão usando?

Qual o perfil do profissional que essas empresas estão buscando para seu quadro de funcionários?

Durante uma aula, soubemos que grandes grupos do mercado de comunicação estão cogitando
a possibilidade de lançar o seu capital na bolsa de valores. Se isso acontecer, a mídia será tão
confiável, a ponto de divulgar uma má notícia sobre um acionista?

Por que dificilmente aparece uma notícia na mídia sobre os problemas de uma agência de publicidade?
Isso está relacionado com o que vocês quiseram dizer em seu programa sobre o poder da persuação
(número 02)?

Hoje em dia as empresas usam a Intranet para divulgar informações ao seu público interno. Futuramente o Poadcast substituirá este mecanismo?

Monday, April 17, 2006

As conseqüências do mundo moderno

17/04/2006

Cuidado: Uso indevido de e-mail coorporativo pode custar o emprego

Eliane Silva
Patrícia Medina
Renata Nascimento

Hoje em dia, é cada dia mais comum as empresas fornecerem e-mail aos seus funcionários, pois com o avanço da tecnologia o uso do e-mail se torna cada dia mais essencial, por sua praticidade, rapidez, agilidade, porém essa tecnologia trouxe suas conseqüências.
Em 2000 um funcionário do HSBC Seguros foi demitido por justa causa, pois utilizou seu e-mail de trabalho para enviar fotos pornográficas aos colegas, ele recorreu da sentença alegando que a empresa invadiu sua privacidade, porém em maio de 2005 o TST (Tribunal Superior doTabalho), deu ganho de causa a empresa alegando que o e-mail coorporativo é uma ferramenta de trabalho da empresa, então ela pode monitorar seu conteúdo.
A Constituição Federal assegura a todo cidadão não apenas o direito à privacidade e à intimidade como também ao sigilo de correspondência, o que alcança qualquer forma de comunicação pessoal, ainda que virtual. Mas o TST entende que o e-mail coorporativo é uma ferramenta de trabalho e por isso pode sim ser monitorado seu conteúdo. "A empresa fornece o e-mail para uso profissional, por isso não entra na lei de sigilo à correspondência, pois não é um e-mail pessoal", afirma o coordenador de direito da Faccamp Marcos Abílio Domingues.
Para o administardor de rede da Faccamp, Péricles S. Lima, a empresa tem todo o direito de verificar o conteúdo dos e-mails coorporativos, desde " que o funcionário seja comunicando explicitamente com antecedência,o ideal seria um termo de uso assinado".
O coordenador acredita não ser necessário este termo. "Está implícito quando a empresa fornece o e-mail ao funcionário que é para uso restrito e profissional", afirma.
As discussões não param por aí. Há aqueles que acreditam que o rastreamento de e-mail é na verdade uma invasão de privacidade, há até uma lista de discussão na internet que aborda este tema.
Segundo a aluna Ariane Greco, 20 anos, o e-mail coorporativo pode ser rastreado desde que a empresa autorize os funcionários a usarem os e-mails particulares (gmail, yahoo, bol) e neste caso as empresas não podem rastreá-lo, por ser particular.
Toda essa discussão também acontece porque no Brasil ainda não há uma legislação específica para o mundo da informática, por ser algo muito recente.

Exercício PAAD 10/04/2006

Alunos: Cristina Alves Moreira PerimEdenilson Silva e SouzaEliane Silva PintoPatrícia MedinaRenata NascimentoSite: http://site.jundiai.sp.gov.br/situ/Problemas encontrados no site: poucas informações sobre o que é o SITU (quem integra a empresa SITU);O acesso ao site www.situ.com.br direciona para apenas uma das empresas que fazem parte do sistema. Neste mesmo endereço, sugerimos que seja criado uma página específica para o SITU.Na página principal do site, fotos dos terminais são apresentadas. Nossa proposta é de que ao clicar em cima da foto de cada terminal, o usuário já seja direcionado para um link onde terá as linhas que funcionam naquele terminal e os horários.Quem somosO SITU é um Sistema Integrado de Transporte Urbano. O projeto foi elaborado pela Prefeitura Municipal de Jundiaí em meados de 1997. Ele é como um metrô de superfície, com várias linhas interligadas, que saem de um terminal central para as regiões periféricas da cidade. Linhas que vão de centro a bairro e de bairro-a-bairro.O sistema é integrado pelas empresas Viação Leme, Viação Jundiaiense e Auto Ônibus Três Irmãos, que fornece a frota de ônibus. Essas empresas já detinham a concessão do transporte público em Jundiaí, antes da implantação do sistema.Para participar do projeto, as três empresas se unificaram e formaram a Transurb (Transportes Urbanos de Jundiaí Ltda) que em parceria com a Prefeitura Municipal de Jundiaí passou a fornecer um transporte mais adequado a população jundiaiense.Por que usar o SITUMais Segurança: Com a agilidade do SITU, você fica menos tempo nos terminais. Além disso, todos os terminais são monitorados e vigiados o dia todo, para garantir a sua segurança.Mais Conforto:Com o SITU, você não precisa mais andar de um ponto ao outro para pegar o seu ônibus. Todas as linhas são interligadas. Assim, você vai de um ponto ao outro sem precisar andar a pé e sem pagar mais por isso.Mais Barato:Com o SITU, para chegar onde você quer basta comprar uma única passagem, no valor de 2,00 e pronto: pode pegar quantos ônibus quiser. Agora o SITU conta com uma novidade: o bilhete eletrônico. Com ele, você não precisa se preocupar em carregar dinheiro ou moedas. É só dirigir-se a Transurb (R. Rangel Pestana, 500) e carregar o cartão com a quantia desejada.Saiba maisNossa idéia aqui é mostrar os principais pontos turísticos da cidade, informando sempre que o SITU pode levá-lo até lá. Os principais são: Parque da Cidade, Jardim Botânico, restaurantes típicos da região, adegas, Polytheama, Parque da Uva, Sala Glória Rocha, Catedral, Museu da Energia, Museu Solar do Barão, Shoppings, Bolão, Parque do Currupira, Serra do Japi, Museu Ferroviário. Trabalharemos com a idéia de hipertexto (janela com um breve histórico do local e sua localização)Acessa Jundiaí - projeto desenvolvido em parceria com a Cijun (Companhia de Informática de Jundiaí) em que os usuários podem ter acesso gratuito a internet dentro dos terminais. O Terminal Colônia já está em funcionamento e o próximo a ser inaugurado será o Terminal Rami.Nos terminais são encontradas barracas de frutas de produtores da região que vendem seus produtos a preços mais acessíveis.Acesso Fácil: Todos os ônibus e terminais do SITU têm acesso especial para deficientes físicos. O SITU é para todos.Trânsito ao vivo:A proposta é passar informações, ao vivo, sobre como está o trânsito no percurso dos ônibus. Haverá um link em que o usuário poderá interagir, informando possíveis acidentes. Essas informações terão sua veracidade contestada e, posteriormente divulgadas. (mostrar mapa da rota a ser percorrida. exemplo site da Autoban)Achados e perdidosSe você encontrou ou perdeu documentos ou objetos, clique aqui.Fale conoscoSugestões - emails - telefones

Wednesday, March 29, 2006

Mãe África vai à escola

Lei federal estimula o ensino da cultura afro-brasileira nas escolas
27/03/06



Cristina Moreira
Eliane Silva


A lei 10.639 sancionada pelo presidente Lula em janeiro de 2003, torna obrigatório o ensino de História e Cultura Africana nas escolas públicas e particulares brasileiras.
O conteúdo programático, conforme a lei, inclui o estudo da História da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povos negros nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.
Embora a decisão tenha sido comemorada, alguns pesquisadores ressaltam que existem obstáculos a serem ultrapassados para que a proposta se transforme em realidade, pois há poucos professores no país gabaritados a ensinar a história dos negros.
A prefeitura da cidade de Campinas pensando nesta questão, formou o MIPID (Memória e Identidade Promoção da Igualdade na Diversidade), que oferece cursos de história da África aos professores. "Formando professores se consegue ensinar com qualidade e não de forma amadora", destaca Sueli Gonçalves, 50 anos, coordenadora do programa. As aulas são tanto teóricas, auxiliadas por livros sobre o tema, como práticas com auxilio de vídeos, fotos e confecções de bonecas de pano e de lápis. Mas, como salienta Sueli, "não é só confeccionar bonecas de pano como artesanato, é utilizar a costura como um elemento para reflexão sobre a conscientização, assim como os vídeos e textos".
Os cursos oferecidos pelo MIPID são divulgados em Diário Oficial no começo de cada ano. O professor escolhe o curso de seu interesse e, ao final, recebe o certificado, que contará pontos na escolha de aulas. Sueli acredita que estes cursos serão cobrados futuramente de todos os professores.
Segundo ela, 80% das escolas de Campinas aderiram à lei e já incluiram a cultura africana em sua grade curricular. Enquanto cidades vizinhas nem sequer conhecem o projeto. "Não acredito que a culpa seja toda da escola, é preciso haver mais divulgação, fóruns sobre o assunto, e isso cabe aos gestores de educação; mas a escola será responsável, sim, se receber o material e deixá-lo na gaveta", comenta. Diversas cidades estão buscando apoio na experiência de Campinas e usando o MIPID como modelo para ensinar seus professores.
Jarbas José Francisco "Passarinho" , 40 anos, professor do Centro Cultural de Capoeira Idalina de Jundiaí, acredita que a lei veio beneficiar as pessoas negras do país. " Desde que ensinem o certo, só vai contribuir; é uma maneira de valorizar a cultura, fazer com que as crianças negras não tenham vergonha da sua cor, da sua história". Enquanto a lei não chega à todas as escolas de Jundiaí, Jarbas ensina a história da África através da Capoeira.

Friday, March 17, 2006

Exercício PAAD 13/03/2006



Editoria: Saúde
Título: População brasileira cada vez mais alta
Linha fina: De acordo com os especialistas essa é uma tendência que deve continuar

Cristina Moreira
Eliane Silva
Renata Nascimento

Segundo dados de uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a população brasileira está cada vez mais alta. A diferença em adolescentes chega a ser de oito centímetros em três décadas.
Atribui-se o aumento na altura média do brasileiro nos últimos vinte anos a vários fatores. O mais importante é uma alimentação de melhor qualidade, a alimentação é hoje mais nutritiva e variada. Há maior quantidade de proteína, substância presente na carne e no leite que é decisiva no processo de crescimento.
Também ajudou a prática de esportes e exercícios físicos com maior frequência. Por fim, percebemos agora os bons resultados de décadas de vacinação em massa e da melhoria nas condições sanitárias, que puseram sob controle as doenças infecciosas comuns na infância e que interferem no processo de crescimento.

Reflexos do crescimento
Um dos principais sintomas do crescimento exagerado percebido pelos pais é na hora de comprar roupas e calçados. Segundo Ana Maria Gonçalves, 37 anos, a numeração utilizada nas lojas e que corresponde a idade, já não serve mais de parâmetro quando o assunto é a compra de roupas ou calçados para sua filha Ana Carolina Gonçalves, 8. "A Carol está com oito anos mas, quando vou às lojas tenho de pedir uma numeração maior, senão ela fica de calças curtas", brincou a mãe.